Maroni Amnéris (2 results)

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paperback. Eis aqui um ensaio rigoroso, fruto da meticulosidade do estudo antropológico-psicanalítico realizado com encanto por Amnéris Maroni. O cão farejador condensa a ligação nada fortuita entre autores seminais das ciências humanas no século XX para reposicionar o papel da experiência individuante neste século novo e longo iniciado apenas duas décadas atrás. Unindo a paixão junguiana com a inventividade simondoniana, Maroni põe o faro em jogo, procurando sondar o que nós leitores, pensadores, estudantes, curiosos herdamos da experiência a um só tempo efervescente e delimitadora que o pensamento propõe. Este ensaio, prenhe de ressignificações formais, livre sem ser irresponsável, é uma amostra do que deverá ser uma produção científica (repleta de notas de rodapés que contam uma história à parte, moldam uma narrativa por si mesmas) libertadora: sem amarras, o que não equivale a dizer sem referências. A referência, entretanto, é o sul da experiência aqui descrita e proposta, e o norte será a individuação que farejaremos na linha e na entrelinha deste ensaio tecido com a pena da generosidade, com um olhar atento para a nuca do futuro coletivo, buscando a todo instante alcançá-la. Farejemos, pois.…

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Eis aqui um ensaio rigoroso, fruto da meticulosidade do estudo antropológico-psicanalítico realizado com encanto por Amnéris Maroni. O cão farejador condensa a ligação nada fortuita entre autores seminais das ciências humanas no século XX para reposicionar o papel da experiência individuante neste século novo e longo iniciado apenas duas décadas atrás. Unindo a paixão junguiana com a inventividade simondoniana, Maroni põe o faro em jogo, procurando sondar o que nós leitores, pensadores, estudantes, curiosos herdamos da experiência a um só tempo efervescente e delimitadora que o pensamento propõe. Este ensaio, prenhe de ressignificações formais, livre sem ser irresponsável, é uma amostra do que deverá ser uma produção científica (repleta de notas de rodapés que contam uma história à parte, moldam uma narrativa por si mesmas) libertadora: sem amarras, o que não equivale a dizer sem referências. A referência, entretanto, é o sul da experiência aqui descrita e proposta, e o norte será a individuação que farejaremos na linha e na entrelinha deste ensaio tecido com a pena da generosidade, com um olhar atento para a nuca do futuro coletivo, buscando a todo instante alcançá-la. Farejemos, pois.…